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sábado, 29 de novembro de 2014

Chile - Santiago / Quarto dia

Que bom que o dia sempre começa com algo tão expressivo como a a comida! Em Santiago existe uma rede de padarias chamada Castaño. Encontrada em toda esquina e sempre exalando um maravilhoso aroma de pão fresquinho. Ocasiões em que se pode realizar uma refeição com direito a pães frescos, suco e café quentinho por menos de $5.000 pesos.
Em direção à estação Baquedano e mais uns metros de caminhada pela rua Pio Nono, chegamos ao Cerro San Cristobal. Uma vista privilegiada e, certamente a mais alta de Santiago, que nos foi proporcionada pelo Funicular, uma espécie de trem, movido a cabos de aço sobre trilhos, que nos leva até o alto ($2.000 por pessoa). Se você preferir, pode subir a pé ou de bicicleta.

Funicular - Cerro de San Cristóbal

No destino temos a oportunidade de ver Santiago do alto, uma imensa cidade em meio às Cordilheiras dos Andes.



Com mais alguns degraus se encontra a Capela “La Maternidad de Maria”, um santuário da Imaculada Conceição.

Capela La Maternidad de Maria



E um pouco mais acima, a imagem da Virgem posicionada de forma a abençoar toda a cidade (Como o Cristo Redentor no Rio de Janeiro). Admirável.

Imaculada Conceição



O Cerro San Cristóbal abriga ainda lojas de artesanato, alimentação e artigos religiosos. Você também pode aliar o seu passeio a uma visita ao zoológico de Santiago. Estão inseridos no mesmo complexo de visitação.



Na volta fomos a pé até o Pátio Bela Vista, local de gastronomia e artesanato. As ofertas gastronômicas vão desde o cachorro quente com mais de 60 opções de molhos à mais sofisticada comida chilena.



Depois de muito rodar e nos deliciar com os cardápios expostos. Almoçamos no Dublin Irish Pub, um pub irlandês. Nosso cardápio incluiu Quiche de choclo (milho) com mini salada para a entrada. Acompanhado de vinho tinto e pisco, semelhante à caipirinha.



De prato principal, um Papilote de Reineta com molho bachamel, champignon e tomates ao forno com queijo parmesão. De sobremesa nos servimos de frutas da estação com chantilly.  Muy Bueno!


Recomendadíssimo! Atendimento excelente pessoal.

E quem disse que para ver Santiago de cima é preciso escalar os Andes? Seguindo nosso roteiro do dia, ainda a pé, fomos em direção ao Cerro Santa Lucía, onde foi fundada a cidade de Santiago em 1541 por Pedro de Valdívia.

Cerro Santa Lucía

A construção foi erguida de forma a proporcionar uma vista privilegiada da capital. Para se chegar ao topo é preciso encarar um pouco mais de 300 degraus. No caminho, estão canhões, estátuas e chafarizes do conquistador espanhol.



No alto observamos os lindos prédios antigos em disputa por espaço com os modernos arranha-céus.




Ao final da visita, faça questão de lançar uma moeda e fazer um pedido na fonte em estilo neoclássico. Linda, linda.





O Cerro Santa Lucía fica aberto diariamente, das 9h às 19h. A entrada é gratuita.

Chegando ao fim do nosso dia, nos aventuramos na cozinha do nosso flat para preparar um jantar. Fomos ao supermercado ao lado da estação do metrô para comprar massa fresca, lambrusco e variados queijos. Resultou numa boa massa, por menos de $8.000! Para os que gostam de cozinhar, essa é a vantagem de se hospedar num flat.
 
 
 
Um abraço pessoal! Continue acompanhando nossos posts e contribuindo com a sua opinião!
 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Chile - Santiago / Terceiro dia

Vinícola Concha y Toro

 
Nosso terceiro dia em Santiago foi reservado para conhecer a Vinícola Concha y Toro, a segunda maior vinícola do mundo. Certamente o passeio mais esperado desta viagem. Fundada em 1883 por Don Melchor de Concha y Toro, está situada na região do Valle del Maipo, arredores de Santiago.



 Para isso fizemos a reserva com a empresa Enotour para as 10h00. Antes de vivenciar esse passeio encantador, tomamos o café da manhã no Le Fournil, um charmoso restaurante localizado na rua Nueva Providencia, ao lado da estação do metrô.
 
 
 
Dentre as tantas opções, escolhemos o Brunch que veio servido de croissants (no Chile chamados de medialuna), pães ciabata, pães doces, coalhada com melado e castanhas, ovos fritos com bacon e bolinhos de batata, suco de laranja e café expresso ($8.900). O Brunch foi a melhor opção para o dia, afinal, na visita à vinícola há muita degustação e é preciso ter tomado um bom café da manhã para não ficar borracho.





Seguindo o nosso roteiro o motorista da Enotour nos buscou na porta do hotel para o passeio agendado. No caminho conversamos sobre vários assuntos inclusive sobre as belezas do Brasil, os chilenos possuem uma boa relação com o nosso país e fazem questão de demonstrar isso em todo o tempo.
O passeio à vinícola inclui o traslado em van executiva, água mineral durante toda a visita e ainda uma lembrança (um abridor de vinhos personalizado). Importante lembrar que mesmo que a água oferecida seja mineral, sentimos uma diferença considerável, pois a água do Chile é rica em magnésio e calcário, o que a torna diferente do que estamos acostumados. 
O passeio à Vínícola Concha y Toro inclui apenas uma modesta parte da fazenda, que, no entanto, é bastante expressiva. Quando resolvemos fazer a viagem no mês de novembro, sentimos apenas uma tristeza, a de saber que não estaríamos mais no inverno, entretanto, justo nesse dia, fazia 13 graus, o que agregou valor ao nosso passeio. Vinhedos, vinho, frio e elegância!
 
 

O tour se iniciou com uma breve explanação do nosso guia pelos jardins da vinícola.
 
 
 
Seguido de uma visita à fachada da casa de veraneio (fim do século XIX) de Dom Melchor de Concha y Toro. A casa possui mais de 20 quartos. Atualmente, parte dela abriga o escritório da vinícola.
 
Casa de Veraneio de Don Melchor Concha y Toro (Século XIX)
 

Em seguida visitamos as plantações de uvas, por eles chamado de Jardins de Variedades, composto de mais de 26 cepas (tipos) de uva. A precisão, o cuidado e a delicadeza certamente são indispensáveis para o tipo de produção. O guia nos contou sobre a uva Carmenere Sauvignon, também conhecida como Merlot chilena, que extinta na Europa por conta de uma praga, reapareceu cem anos depois nas terras do Andes. Ainda hoje a Carmenere não consegue se reproduzir na Europa, pois a praga (não se sabe se um inseto ou ácaro) uma vez instalada no solo, nunca mais se extingue. Com isso, a referida uva só se encontra no Chile e em Chipre, únicos locais não contaminados.
Este acontecimento, combinado a outros fatores como, tipo de solo encontrado na região, clima e sistema de irrigação estabelecido, contribuem significativamente para que o vinho chileno seja considerado o melhor vinho do mundo.
 
Jardim de Variedades

 

Após pausas para fotos (afinal todo mundo quer tirar uma fotinha ao lado das mais famosas uvas do mundo) iniciamos a nossa primeira degustação que veio acompanhada de uma pequena aula de como oxigenar o vinho para sentirmos melhor os sabores e observar as cores existentes. Muito bom!
 
Degustação

 

Em seguida fomos à adega centenária Casillero Del Diablo. Conta a lenda que havia ladrões saqueando a vinícola durante a noite, daí para conter os furtos,  Dom Melchor Concha y Toro saiu pela cidade contando que sua vinícola era protegida pelo Diabo, isso afastou de vez os saqueadores.
 
Adega Casillero del Diablo
 

 
 
A lenda é contada de uma forma bem descontraída dentro da grande adega.
 
 

Por fim fizemos duas outras degustações de uma seleção de vinhos por eles ofertadas. Para a nossa felicidade, ao final do tour, ganhamos uma taça exclusiva Concha y Toro para levar para casa e guardar de recordação. O guia mencionou que sempre que tomarmos nas taças uma Coca Cola ou qualquer outro vinho que não seja Concha y Toro, o Diabo aparecerá para nós. Rs (Apenas uma lenda).
 
 

Ao final visitamos a loja Concha y Toro. Fizemos a festa com alguns produtos! Os vinhos mais comuns não vale a pena comprar, pois os encontramos com facilidade em Brasília, no entanto, os mais caros, sempre vale a pena, pois os descontos são interessantes. A loja trabalha com pagamento em dólar ou pesos chilenos.
Recomendo a todos vocês que visitem a vinícola, vale muito a pena ($19.000 por pessoa, incluindo traslado).
 
 

 
Um abraço viajantes!

 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Como Água para Chocolate!

Um livro, um filme e um inesquecível restaurante!
 
 

Como Água para Chocolate foi tema de um livro de romance mexicano do ano de 1989 e de um filme também mexicano, um drama de 1992 baseado no referido livro. Neles, todas as cenas giram em torno de uma cozinha. Os capítulos são abertos por receitas impressionantes e fáceis de concretizar, em torno delas estão as emoções dos amantes e comensais, seus risos e prantos. E é claro, muito apetite!
 

O restaurante está localizado em Santiago no Chile no Pátio Belas Artes, galeria de arte e gastronomia. Romântico, aconchegante e encantador, ele oferece um extenso cardápio e uma variada carta de vinhos.
 

 
 
A beleza e originalidade do local nos leva a uma experiência inigualável! Conhecemos uma garçonete brasileira que mora em Santiago há dez anos, na ocasião ela nos deu boas sugestões em relação ao cardápio e aos passeios pela capital.
 
 

Bem, vamos ao que de fato nos interessa! O Cardápio!!!
 
 

Para abrir o apetite pedimos um vinho tinto, de uva Pinot Noir, da vinícola Casa Silva. Não muito encorpado, mas bastante saboroso e propício para uma tarde fresca ($16.900).
 
 

De prato principal eu escolhi “Congrio Almendrado”. Trata-se de um Peixe do mediterrâneo gratinado ao parmesão com amêndoas e acompanhado de creme de espinafre ($11.900).
 
 
 
O meu esposo, como bom carnívoro, escolheu “Filete ao Lodo” um filé mignon ao molho de cogumelos ao vinho, acompanhado por cebolas e batatas caramelizadas ($11.900).
 

 
Foi incrível! A apresentação dos pratos e a mística do ambiente trouxe cor e sabor à nossa refeição. Muito bom mesmo!

Para a sobremesa pedimos uma Marquise de chocolate acompanhada de morangos com calda de frutas vermelhas e sorvete de manga com maracujá. Um sabor contrastando e complementando o outro ($4.500). Foi uma ótima pedida!
 

 
 
Peculiares sabores que certamente ficarão marcados em todas as pessoas que deles experimentarem! O que certamente justifica a indicação do restaurante nos principais blogs de turismo. E por sinal, aí vai o meu recado: Não deixem de vivenciar e saborear essa maravilha! É fascinante!
 
 
Um abraço viajantes!     

 

 

segunda-feira, 17 de março de 2014

Olhares

Pelo Cerrado afora a paisagem nos consome e nos faz refletir sobre a sua perfeição.

Arara Canindé - Chapada Imperial / BSB
http://chapadaimperial.com.br/

Lagarto facilmente encontrado no Cerrado

O amor - Santuário de Vida Silvestre Vaga Fogo
http://www.vagafogo.com.br/

Chapada Imperial

Santuário de Vida Silvestre Vaga Fogo
http://www.vagafogo.com.br/